Sentar, engatinhar, andar... e conquistar o mundo!
Nos primeiros 12 meses de vida, o desenvolvimento motor do bebê acontece numa velocidade impressionante: de um pequeno ser que nem consegue se virar no berço ao nascer a um quase caminhante quando completa 1 ano. Entre uma fase e outra, ele aprenderá a sustentar a cabeça, a se sentar, se arrastar pelo chão, engatinhar, ficar em pé e, só então, andar. Cada uma dessas conquistas é um marco importante em seu crescimento.
Portanto, não se afobe. Aproveite degrau por degrau na escalada de seu filho rumo à independência motora. Esteja atento a todos os momentos, estimulando ao máximo seu crescimento, mas, ao mesmo tempo, respeitando seu processo evolutivo natural. Um exemplo: quando o bebê começar a se sentar, lá por volta dos 5 meses, é necessário dar apoio tanto para as costas como para a lateral do corpo, evitando quedas.
Entre 7 e 10 meses, ele já terá condições para se sentar sozinho. O mesmo vale para os primeiros sinais de que os músculos estão firmes o suficiente para ele ficar em pé e aprender a caminhar. Não se trata de exagerar nos cuidados, mas de encorajar a criança com segurança. A interação com o bebê dará a você a medida certa de como agir em cada situação.
SE NÃO OS TEMOS, COMO SABÊ-LOS???
Filhos!!!! Melhor não tê-los, mas se não so temos, como sabê-los???
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Ver para falar
Para que o bebê aprenda a falar, sua habilidade de observar expressões faciais é tão importante quanto a audição. “Ao conversar com a criança, chegue perto dela e fique no nível de seu olhar”, ensina a neuropediatra Vanda Gimenes Gonçalves, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista.
Pesquisas mostram que, aos 3 meses de idade, um bebê passa a ter mais interesse em ver na televisão alguém articulando uma determinada sílaba do que assistir a um vídeo dublado, no qual os sons e os movimentos dos lábios não são simultâneos.
A leitura labial
Parece incrível, mas uma criança de 4 meses também é capaz de distinguir línguas diferentes apenas pelos movimentos dos lábios de quem está falando. Num estudo publicado em maio de 2007 no periódico científico Science, pesquisadores da Universidade de British Columbia, no Canadá, mostraram a um grupo de bebês imagens de adultos conversando, porém com o volume da TV desligado. Os vídeos silenciosos logo entediavam a garotada, mas seu interesse era imediatamente renovado quando os vídeos, com som, eram trocados do inglês para o francês.
Por isso, seja criativo: brinque com seu filho produzindo sons e movendo a boca de diversas formas. Alguns gestos aparentemente banais, como mandar um beijo ou mostrar a língua, são ótimos para estimular o desenvolvimento oral.
Para que o bebê aprenda a falar, sua habilidade de observar expressões faciais é tão importante quanto a audição. “Ao conversar com a criança, chegue perto dela e fique no nível de seu olhar”, ensina a neuropediatra Vanda Gimenes Gonçalves, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista.
Pesquisas mostram que, aos 3 meses de idade, um bebê passa a ter mais interesse em ver na televisão alguém articulando uma determinada sílaba do que assistir a um vídeo dublado, no qual os sons e os movimentos dos lábios não são simultâneos.
A leitura labial
Parece incrível, mas uma criança de 4 meses também é capaz de distinguir línguas diferentes apenas pelos movimentos dos lábios de quem está falando. Num estudo publicado em maio de 2007 no periódico científico Science, pesquisadores da Universidade de British Columbia, no Canadá, mostraram a um grupo de bebês imagens de adultos conversando, porém com o volume da TV desligado. Os vídeos silenciosos logo entediavam a garotada, mas seu interesse era imediatamente renovado quando os vídeos, com som, eram trocados do inglês para o francês.
Por isso, seja criativo: brinque com seu filho produzindo sons e movendo a boca de diversas formas. Alguns gestos aparentemente banais, como mandar um beijo ou mostrar a língua, são ótimos para estimular o desenvolvimento oral.
domingo, 6 de junho de 2010
O bê-á-bá da amamentação
Você deve ter aprendido que, para o bebê crescer forte e saudável, precisa sugar uma mama de cada vez. Essa é a regra número um do aleitamento. A outra recomendação é iniciar a mamada pelo peito no qual a criança mamou por último. Existe uma bom motivo para esses cuidados.
A explicação é que dois tipos de leite são liberados durante o mamar. Cada um deles contém um grupo especial de nutrientes. O primeiro, conhecido como anterior, sai logo no início da mamada. Sua fórmula é reforçada com água, lactose, vitaminas e fatores de proteção. O outro, chamado de posterior, só é produzido depois que a criança começa a sugar no peito. Ele é rico em gorduras e proteínas. O bebê precisa de ambos.
Basta esperar a criança esgotar o leite de um peito e depois oferecer o outro. A segundo mandamento da amamentação, no entanto, pode confundir algumas mães. Assim, aqui vai uma dica dos tempos das vovós: coloque um alfinete de segurança no sutiã para se lembrar. Se a criança mamou no lado esquerdo da última vez, fixe aí o acessório e, na próxima mamada, ofereça o mesmo peito.
Menos cólicas, mais peso
Observar tantos cuidados vale sem dúvida à pena. "Se o bebê mamar sempre só o leite anterior, rico em lactose, um açúcar natural presente no alimento, pode ter muitas cólicas e baixo ganho de peso", explica a nutricionista e consultora Valderez Aragão, do Consultório de Aleitamento Materno (Calma), em Salvador.
De acordo com ela, os pequenos muito sonolentos ou que não têm tanta pressa de mamar podem sentir dificuldade ao sugar o leite posterior. Além disso, também pode haver algo errado se a criança passa muito tempo mamando e não consegue esvaziar o peito. Nesses casos, é bom ter o acompanhamento de um profissional", aconselha Valderez.
Em geral, a mamada com uma sucção eficiente dura, em média, 20 minutos. Mas esse tempo deve servir apenas como referência, cada bebê tem seu ritmo. Um conselho: só tire o bebê do peito quando sentir que a mama está vazia. "Coloque-o para arrotar e, se ele quiser voltar, ofereça o outro peito", aconselha Valderez. Vai ser a sobremesa.
Você deve ter aprendido que, para o bebê crescer forte e saudável, precisa sugar uma mama de cada vez. Essa é a regra número um do aleitamento. A outra recomendação é iniciar a mamada pelo peito no qual a criança mamou por último. Existe uma bom motivo para esses cuidados.
A explicação é que dois tipos de leite são liberados durante o mamar. Cada um deles contém um grupo especial de nutrientes. O primeiro, conhecido como anterior, sai logo no início da mamada. Sua fórmula é reforçada com água, lactose, vitaminas e fatores de proteção. O outro, chamado de posterior, só é produzido depois que a criança começa a sugar no peito. Ele é rico em gorduras e proteínas. O bebê precisa de ambos.
Basta esperar a criança esgotar o leite de um peito e depois oferecer o outro. A segundo mandamento da amamentação, no entanto, pode confundir algumas mães. Assim, aqui vai uma dica dos tempos das vovós: coloque um alfinete de segurança no sutiã para se lembrar. Se a criança mamou no lado esquerdo da última vez, fixe aí o acessório e, na próxima mamada, ofereça o mesmo peito.
Menos cólicas, mais peso
Observar tantos cuidados vale sem dúvida à pena. "Se o bebê mamar sempre só o leite anterior, rico em lactose, um açúcar natural presente no alimento, pode ter muitas cólicas e baixo ganho de peso", explica a nutricionista e consultora Valderez Aragão, do Consultório de Aleitamento Materno (Calma), em Salvador.
De acordo com ela, os pequenos muito sonolentos ou que não têm tanta pressa de mamar podem sentir dificuldade ao sugar o leite posterior. Além disso, também pode haver algo errado se a criança passa muito tempo mamando e não consegue esvaziar o peito. Nesses casos, é bom ter o acompanhamento de um profissional", aconselha Valderez.
Em geral, a mamada com uma sucção eficiente dura, em média, 20 minutos. Mas esse tempo deve servir apenas como referência, cada bebê tem seu ritmo. Um conselho: só tire o bebê do peito quando sentir que a mama está vazia. "Coloque-o para arrotar e, se ele quiser voltar, ofereça o outro peito", aconselha Valderez. Vai ser a sobremesa.
Minha filha tomou a vacina BCG no dia do nascimento, mas não apareceu marca alguma no braço. A vacina tem o mesmo efeito ou só funciona quando aparece o sinal?
A cicatriz da BCG é chamada de pega da vacina. "Se a criança não apresentar cicatriz até os seis meses, entende-se que a vacina não pegou e por isso a criança deve ser revacinada", explica Renato Kfouri, pediatra e diretor da Sociedade Brasileira de Imunização.
A cicatriz da BCG é chamada de pega da vacina. "Se a criança não apresentar cicatriz até os seis meses, entende-se que a vacina não pegou e por isso a criança deve ser revacinada", explica Renato Kfouri, pediatra e diretor da Sociedade Brasileira de Imunização.
O que devo levar para a maternidade quando chegar a hora de meu bebê nascer?
Para evitar correria e não esquecer nada, o ideal é organizar a mala da maternidade no início do oitavo mês de gestação. Para a mãe, é necessário levar: dois pijamas ou camisolas com abertura na frente (para facilitar a amamentação), um robe (para caminhar até o berçário), sutiãs próprios para a amamentação, conchas (protetores) para os seios, calcinhas, chinelos, meias, produtos para higiene pessoal e uma roupa para a sair da maternidade - escolha peças confortáveis e folgadas, pois o volume dos seios aumenta com a chegada do leite.
Ah, e não se esqueça da máquina fotográfica ou filmadora e dos telefones de parentes e amigos.
Para evitar correria e não esquecer nada, o ideal é organizar a mala da maternidade no início do oitavo mês de gestação. Para a mãe, é necessário levar: dois pijamas ou camisolas com abertura na frente (para facilitar a amamentação), um robe (para caminhar até o berçário), sutiãs próprios para a amamentação, conchas (protetores) para os seios, calcinhas, chinelos, meias, produtos para higiene pessoal e uma roupa para a sair da maternidade - escolha peças confortáveis e folgadas, pois o volume dos seios aumenta com a chegada do leite.
Ah, e não se esqueça da máquina fotográfica ou filmadora e dos telefones de parentes e amigos.
sábado, 5 de junho de 2010
Atividade Física na Gravidez
Foi-se o tempo em que a mulher grávida precisava ficar quase em repouso. Hoje, a medicina já comprovou que se manter ativa é saudável, faz bem para o feto e ajuda o corpo da mãe a voltar à forma mais rapidamente depois da gestação. “O exercício não precisa ser restringido. O importante é avaliar qual atividade combina com cada momento da gravidez”, explica o obstetra Alberto d’Auria, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.
Pequenas adaptações
Em outras palavras, é preciso fazer algumas adaptações para que a gestante não sofra complicações provocadas pelo esforço. Acontece que, para facilitar a passagem do feto na hora do parto, o organismo produz uma dose alta de relaxina, um hormônio que alarga as articulações, aumenta a flexibilidade e dá mais mobilidade à bacia. A questão é que o corpo inteiro – todos os ligamentos de todas as articulações – também se afrouxa. Aí mora o perigo. Tornozelos, joelhos, ombros e coluna ficam muito suscetíveis a lesões. O equilíbrio também fica prejudicado, já que o centro de gravidade muda.
As vantagens da hidroginástica
Para evitar torções e sobrecarga, a atividade sugerida pela maioria dos especialistas é a hidroginástica. Ela trabalha todos os músculos sem provocar impacto nas articulações. Mas preste atenção: para que o exercício cause o efeito desejado – queima calórica, treinamento cardiovascular e resistência muscular –, você precisa sair cansada (não ofegante) da aula.
Para quem já malhava
Já as mulheres que malhavam antes de engravidar podem continuar com seu programa de exercícios, com a autorização do obstetra, de forma mais leve. Ou seja: diminua os pesos no treino de musculação, troque a corrida pela caminhada e reduza a velocidade na natação. Sempre faça qualquer atividade com bastante atenção para evitar quedas.
Foi-se o tempo em que a mulher grávida precisava ficar quase em repouso. Hoje, a medicina já comprovou que se manter ativa é saudável, faz bem para o feto e ajuda o corpo da mãe a voltar à forma mais rapidamente depois da gestação. “O exercício não precisa ser restringido. O importante é avaliar qual atividade combina com cada momento da gravidez”, explica o obstetra Alberto d’Auria, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.
Pequenas adaptações
Em outras palavras, é preciso fazer algumas adaptações para que a gestante não sofra complicações provocadas pelo esforço. Acontece que, para facilitar a passagem do feto na hora do parto, o organismo produz uma dose alta de relaxina, um hormônio que alarga as articulações, aumenta a flexibilidade e dá mais mobilidade à bacia. A questão é que o corpo inteiro – todos os ligamentos de todas as articulações – também se afrouxa. Aí mora o perigo. Tornozelos, joelhos, ombros e coluna ficam muito suscetíveis a lesões. O equilíbrio também fica prejudicado, já que o centro de gravidade muda.
As vantagens da hidroginástica
Para evitar torções e sobrecarga, a atividade sugerida pela maioria dos especialistas é a hidroginástica. Ela trabalha todos os músculos sem provocar impacto nas articulações. Mas preste atenção: para que o exercício cause o efeito desejado – queima calórica, treinamento cardiovascular e resistência muscular –, você precisa sair cansada (não ofegante) da aula.
Para quem já malhava
Já as mulheres que malhavam antes de engravidar podem continuar com seu programa de exercícios, com a autorização do obstetra, de forma mais leve. Ou seja: diminua os pesos no treino de musculação, troque a corrida pela caminhada e reduza a velocidade na natação. Sempre faça qualquer atividade com bastante atenção para evitar quedas.
Beleza em evidência
Quando a barriga desponta, por volta do terceiro mês, não dá mais para esconder. A gravidez se torna pra lá de evidente e, a cada semana, deflagra novas mudanças na aparência da futura mãe. As mamas crescem, as pernas incham, o peso aumenta e os hormônios... Ah, eles oscilam o tempo todo, como uma imprevisível montanha-russa, alterando o humor e provocando inúmeras outras transformações. Mamas, pele, cabelo... Tudo na anatomia feminina se modifica um pouco. Entenda por que essa verdadeira revolução vem à tona.
A cor das mamas
O bico dos seios e a aréola estão mais escuros? A culpa é dos estímulos hormonais. Ao longo da gestação, eles provocam não só o aumento das mamas, mas também elevam a concentração de melanina nessa parte do corpo. Na verdade, o pigmento que dá cor à pele tende a se acumular onde já se manifestava de maneira mais intensa, caso do bico dos seios. Isso é bastante normal e não traz nenhuma conseqüência para a saúde da mulher, garantem os especialistas. Seis meses depois do parto, quando os hormônios se estabilizam, a coloração volta ao normal.
Estrias e celulite
Mais uma vez, as mudanças hormonais estão por trás desses dois problemas. Os indesejados furinhos na pele podem aumentar durante a gestação, principalmente se a mulher mostrar a tendência à celulite. Já as estrias têm mais chance de aparecer quando a futura mãe exagera nas garfadas e não mantém o peso sob controle. A saída, nesse caso, é fazer as pazes com a balança, praticar alguma atividade física e manter a pele muito bem hidratada. Tudo com a devida supervisão médica, é bom lembrar.
Manchas
Na gravidez, a pele também fica mais pigmentada e suscetível às manchas. As mais comuns são conhecidas como cloasmas. Grandes e castanhas, elas surgem nas bochechas, na testa e no lábio superior. E pior: podem se agravar com o sol. O único jeito de prevenir tais marcas é não abrir mão do protetor, faça frio ou calor. Evite também se expor ao sol após as 10 horas e antes das 16 horas.
Cabelos
Sim, eles também são influenciados pelos hormônios da gravidez. Assim, não estranhe se suas madeixas mudarem de cor ou ficarem mais lisas ou encaracoladas. Para lidar com esse inesperado comportamento dos fios, procure alterar os tipos de xampu. Mas evite as tinturas. Aquelas com efeito permanente ou que contêm iodo na fórmula podem ser tóxicas para o bebê. Os tonalizantes, que saem com as lavagens, podem ser aplicados depois dos primeiros três meses de gestação.
Quando a barriga desponta, por volta do terceiro mês, não dá mais para esconder. A gravidez se torna pra lá de evidente e, a cada semana, deflagra novas mudanças na aparência da futura mãe. As mamas crescem, as pernas incham, o peso aumenta e os hormônios... Ah, eles oscilam o tempo todo, como uma imprevisível montanha-russa, alterando o humor e provocando inúmeras outras transformações. Mamas, pele, cabelo... Tudo na anatomia feminina se modifica um pouco. Entenda por que essa verdadeira revolução vem à tona.
A cor das mamas
O bico dos seios e a aréola estão mais escuros? A culpa é dos estímulos hormonais. Ao longo da gestação, eles provocam não só o aumento das mamas, mas também elevam a concentração de melanina nessa parte do corpo. Na verdade, o pigmento que dá cor à pele tende a se acumular onde já se manifestava de maneira mais intensa, caso do bico dos seios. Isso é bastante normal e não traz nenhuma conseqüência para a saúde da mulher, garantem os especialistas. Seis meses depois do parto, quando os hormônios se estabilizam, a coloração volta ao normal.
Estrias e celulite
Mais uma vez, as mudanças hormonais estão por trás desses dois problemas. Os indesejados furinhos na pele podem aumentar durante a gestação, principalmente se a mulher mostrar a tendência à celulite. Já as estrias têm mais chance de aparecer quando a futura mãe exagera nas garfadas e não mantém o peso sob controle. A saída, nesse caso, é fazer as pazes com a balança, praticar alguma atividade física e manter a pele muito bem hidratada. Tudo com a devida supervisão médica, é bom lembrar.
Manchas
Na gravidez, a pele também fica mais pigmentada e suscetível às manchas. As mais comuns são conhecidas como cloasmas. Grandes e castanhas, elas surgem nas bochechas, na testa e no lábio superior. E pior: podem se agravar com o sol. O único jeito de prevenir tais marcas é não abrir mão do protetor, faça frio ou calor. Evite também se expor ao sol após as 10 horas e antes das 16 horas.
Cabelos
Sim, eles também são influenciados pelos hormônios da gravidez. Assim, não estranhe se suas madeixas mudarem de cor ou ficarem mais lisas ou encaracoladas. Para lidar com esse inesperado comportamento dos fios, procure alterar os tipos de xampu. Mas evite as tinturas. Aquelas com efeito permanente ou que contêm iodo na fórmula podem ser tóxicas para o bebê. Os tonalizantes, que saem com as lavagens, podem ser aplicados depois dos primeiros três meses de gestação.
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